A Metro do Mondego, empresa responsável pela implementação do Metrobus, disse em declarações à Lusa que “a entrada em serviço do sistema Metrobus irá gerar um enorme contributo para reduzir a pegada ambiental da mobilidade regional”, acrescentando que a empreitada exige a “substituição de algumas árvores que se situam no corredor intervencionado e que não é possível manter no local onde se encontram”, esclareceu.
Para dar resposta ao processo, a entidade compromete-se, através de um investimento de 150 mil euros, a plantar três árvores por cada uma que seja abatida para a instalação do transporte. Segundo a mesma fonte, foi elaborado um plano, em parceria com a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) e com a Infraestruturas de Portugal (IP) para “reforçar a estrutura arbórea da cidade de Coimbra” e “melhorar a integração do canal do Metrobus na paisagem urbana, preservar a biodiversidade, reforçar a estrutura ecológica urbana e fomentar laços de afinidade entre as populações, o sistema Metrobus e os novos espaços”, enumerou a entidade em comunicado.
A primeira fase do projeto está agendada para o último trimestre de 2022, período em que deverão ser plantadas 81 árvores na zona da Solum.
De acordo com a Metro Mondego, “todo o processo é realizado em estreita colaboração com a CMC, importando destacar que competirá ao município a identificação dos locais e validação do projeto de execução, bem como a receção das intervenções”, referindo também a empresa que estas iniciativas vão ser estendidas aos municípios de Miranda do Corvo e Lousã.
