AIP COMENTA A GESTÃO DE TODOS OS GOVERNOS SOBRE FUNDOS EUROPEUS
“Uma forma de potenciar o aproveitamento dos fundos seria, por exemplo, não haver despesa corrente do Estado dependente de fundos europeus," considera o diretor da Associação Industrial Portuguesa.
Redação
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28 de Março 2022, 13:20
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O diretor da Associação Industrial Portuguesa (AIP) reagiu aos resultados do estudo “Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) – Avaliação de Impacto nas diferentes regiões em Portugal”, desenvolvido pela Nova SBE em colaboração com o EuroRegião, com comentários sobre o modo como todos os governos têm gerido os fundos comunitários que chegam a Portugal.

Na opinião de Jorge Gaspar, “pior fora se depois de anos e anos de forte enxurrada de fundos europeus, se o país tivesse pior”, mas “a esmagadora maioria da população portuguesa não sabe que o nosso pais é completamente dependente de fundos europeus” e “resta saber se estamos a conseguir aproveitar todo o potencial de convergência dos fundos, eu acho de facto que não”.

Durante a mesa redonda dedicada ao debate sobre o aproveitamento dos fundos comunitários, o diretor da AIP referiu que “uma forma de potenciar o aproveitamento dos fundos seria, por exemplo, não haver despesa corrente do Estado dependente de fundos europeus. Isso libertaria fundos para projetos que promovessem a convergência”.

“Gostei muito de ver os resultados [do estudo] sobre o efeito multiplicador dos fundos, mas resta saber o impacto desses fundos no território”, conclui.

 

 

Nota: Atualizado em 29/03/2022.

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