UP INVESTE 16 ME PARA CRIAR NOVOS CURSOS E MELHORAR INSTALAÇÕES
A Universidade do Porto vai investir, ao longo dos próximos quatro anos, mais de 16 milhões de euros na criação de 150 novas 15 formações e cinco licenciaturas para atrair novos estudantes.
Redação
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11 de Janeiro 2022, 18:00
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A Universidade do Porto revelou que a iniciativa, além de fazer  parte dos programas  “Impulso Jovens STEAM” e “Impulso Adultos”, está enquadrada “no esforço de modernização do ensino superior e (re)qualificação da população portuguesa”, permitindo atrair mais de 9.500 novos estudantes através de oportunidades formativas, reforço de incentivos e da intervenção das infraestruturas da universidade. 

Segundo o estabelecimento de ensino, o programa “Impulso Adultos” recebe nove milhões de euros para lançar “157 cursos de curta duração, de nível inicial e pós-graduado, desenhados para colmatar necessidades de atualização e reconversão de competências de adultos ativos”, explica a instituição. 

Além disso, o mesmo projeto, que conta com “mais de uma centena de entidades parceiras”, oferece também 153 formações não conferentes de grau como cursos de especialização, de estudos avançados e de formação contínua em áreas como o Ambiente e Sustentabilidade, Artes e Humanidades, Ciências e Tecnologia, Educação, Formação de Professores e Orientação Profissional, e ainda três mestrados profissionalizantes, um deles na área da Inteligência Artificial. 

Os restantes cerca de sete milhões de euros serão investidos no “reforço da oferta formativa de 1.º ciclo no domínio das STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics)”. Em 2021/2022, foi lançada a licenciatura de Inteligência Artificial e Ciência de Dados, estando também a ser planeadas novas licenciaturas em Bioinformática, Desenho, Literatura e Estudos Interartes, Matemática Aplicada, e Saúde Digital e Medicina de Translação. 

A  Universidade do Portodestaca que os projetos surgem “com o propósito de combater o abandono escolar e de promover uma maior e mais inclusiva participação da população no ensino superior”, reforçando a integração de alunos mais desfavorecidos. 

De acordo com a mesma fonte, o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no processo, vai permitir a requalificação do Edifício Abel Salazar, “ao qual caberá acolher grande parte das novas ações formativas” e adaptar as faculdades às novas formas de ensino. 

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