O projeto de investimento para o complexo de Sines prevê incentivos fiscais até 63 milhões de euros vai exigir uma despesa de 657 milhões. O investimento vai, segundo o Governo e a Repsol, apoiar a descarbonização da economia nacional, fomentar as exportações, reduzir o número de importações.
Segundo António Costa, as capacidades, objetivos e funções do Porto de Sines vão ser reforçadas através da criação de “uma ligação ferroviária à fronteira com Espanha e do desenvolvimento, em perfil de autoestrada» e de «uma ligação à autoestrada do Sul”, afirma o Primeiro-Ministro.
De acordo com o Governo, o projeto e investimento a ele associado “valorizarão muito esta posição geoestratégica e valorizarão, por isso, a capacidade de Sines, que continuará a atrair novos investimentos”, realça.
Mas o ambiente não foi esquecido. Segundo António Costa, ao cooperar com o projeto de investimento no Porto de Sines, a empresa petroquímica “dá um excelente exemplo do que é que significa o compromisso com a transição climática”, refere.
“A Repsol quer estar na vanguarda do lado certo da história. E este é um excelente exemplo para todas as empresas que, como a Repsol, têm a sua raiz na petroquímica e que tem necessariamente de saber reinventar-se para podermos inventar um novo futuro coletivo”, concluiu.
