Louca e triunfante, a galopar pelos corações dos portugueses com temas como “Deixa-me Sonhar” e “Chegar A Ti”. Chegou assim… Cavaleira andante, Rita Guerra, ao pop português nos anos 90. Infelizmente, a ribalta não dura para sempre e a cantora experiência agora a sua fase mais complicada: sem trabalho e sem dinheiro.
“É difícil viver da música! Tivemos de estabelecer prioridades”, confessa a artista de 55 anos à TV Guia, referindo-se à altura pós-pandemia, em que teve de encontrar alternativas juntamente com o marido, André Bergona, para sobreviver financeiramente. “Não foi nada fácil”, acrescenta.
Rita Guerra revela ainda que não se revê no tipo de entretenimento que se faz, hoje em dia, em televisão. “São mercados diferentes do meu”, explica, justificando o porquê da sua ausência em grandes canais como TVI, SIC ou RTP em programas de fins de semana, à tarde. “Entendo que só devo ir à televisão se tiver uma coisa nova. Ir por ir, acho que não”, conclui.
Após um casamento bastante turbulento com o António Pedro Cerdeira – que terminou em 2011, por acusações de violência doméstica por parte da cantora ao ator – Rita encontrou, finalmente, paz e tranquilidade no seu relacionamento com André Bergona. Juntos, enfrentam qualquer obstáculo que a vida lhes impõe: “Felizmente, com o meu marido, temos as coisas bem organizadas”.
