O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, alertou para a importância da construção do Porto Seco da Guarda “no local certo” e “em estreita harmonia com as populações locais”.
“Não há ninguém na Guarda e na região que não queira o Porto Seco, mas tem de ser no local certo,” afirmou o autarca durante a visita das ministras da Coesão Territorial e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Abrunhosa e Ana Mendes Godinho, do secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel, e da secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira.
Segundo o mesmo, o objetivo é “concretizar o início da laboração do Porto Seco, no mais curto espaço de tempo” e a recente publicação em Diário da República da Promulgação do Decreto-lei que atribui a Gestão da Plataforma Rodoferroviária da Guarda à Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) “é mais um passo para a concretização do Porto Seco na Guarda e [que] já nada fará recuar”, disse em declarações citadas pelo jornal A Guarda.
Já Ana Mendes Godinho considerou a publicação “um momento simbólico para um projeto que é um projeto histórico e da maior importância não só para a Guarda, mas também para todo o País”.
A cidade da Guarda foi escolhida devido à sua localização geoestratégica, “em termos de confluência das linhas da Beira Baixa e da Beira Alta e da A25 que liga diretamente ao Porto de Aveiro, Figueira da Foz e Porto de Leixões”, explica a Governante.
“Não queremos um portinho, nós queremos um Porto Seco que sirva a Guarda, que sirva as beiras, que sirva o Interior”, nesse sentido, é preciso trabalhar “para que no espaço de dois anos ou um pouco mais”, o Porto Seco “seja uma realidade”, acrescentou a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.
