O Mosteiro de Tibães, em Braga, tem uma trilha musical especialmente criada para o espaço, da qual os visitantes podem desfrutar enquanto descobrem o monumento.
A iniciativa “Sons de Bolso” é produzida pela Interferência – Associação de Intervenção na Prática Artística, em colaboração com a Direção Regional da Cultura do Norte, e funciona através de um QR code, disponível junto ao lago do Mosteiro.
O objetivo é “transformar a rua na sala de espetáculos, ligando nova música a um espaço geográfico”, assim, os locais “são engrandecidos com uma dimensão inovadora que se alia à História, desafiando o tradicional e o clássico”, pode ler-se no site do projeto.
“É uma modalidade não convencional e inédita de explorar o património cultural português, oferendo conteúdo artístico exclusivo que permite ao público novas formas de interação com o espaço envolvente”, continua.
Todas as obras musicais são originais de compositores portugueses e abordam questões como a “democracia e das liberdades individuais e coletivas conquistadas ao longo dos tempos”.
Além do Mosteiro de Tibães, onde pode ouvir a “Bachs Zeit Ist Die Allerbeste Zeit”, composta por Rui Penha, o “Sons de Bolso” também está disponível no Museu Militar do Porto, no Marco Fronteiriço Nº1, e na Estação Arqueológica do Freixo, com trilhas originais em cada uma das localizações.
