HÁ MAIS UM INVESTIMENTO DE MILHÕES NO ALTO MINHO
Viana do Castelo está a investir 14 milhões de euros em equipamentos sociais para “requalificar espaços e alargar capacidade de resposta”.
Maria João Silva
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13 de Julho 2022, 11:13
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A região do Alto Minho vai dar início a 17 intervenções de âmbito social, num total de 594 lugares, envolvendo um investimento global de 14 milhões de euros, comparticipados em 9 milhões (ME), de acordo com a Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Este apoio surge ao abrigo do programa PARES 3.0, cuja assinatura contou com a presença da da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho que garantiu a comparticipação para o alargamento do lar de S. Tiago da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo. A “candidatura da Santa Casa, que visa apoiar a população idosa, corresponde à comparticipação de Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas (ERPI), num investimento de quase 345 mil euros, sendo 235 mil euros investimento público”, explicou a governante.

No entanto, a Misericórdia de Viana do Castelo conta também com o lar de Nossa Senhora da Piedade, um infraestrutura que acolhe 54 residentes e cuja candidatura permitirá a construção de mais oito quartos, passando assim a ter 63 vagas.

”Considera-se que esta candidatura é de elevada pertinência, pois permitirá dar resposta a uma vasta lista de espera, bem como à necessidade crescente de cuidados de saúde e assistência às pessoas idosas. Do ponto de vista da sustentabilidade, poderá contribuir para a continuidade da instituição em termos de viabilidade económica. Com o alargamento desta resposta social prevê-se a criação de 2 a 3 novos postos de trabalho”, explica o núcleo executivo da Rede Social de Viana do Castelo, que deu um parecer favorável à implementação da candidatura.

Durante a sua intervenção, Ana Mendes Godinho referiu que “a pandemia deu muitas lições e esta enorme legitimidade para priorizar a área social”. Já Luís Nobre, presidente da Câmara Municipal, reconheceu “todo o trabalho que é feito pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que tanto têm feito na área social, de forma muito particular nestes últimos dois anos” e destacou “o trabalho extraordinário no período da pandemia, para dar resposta às necessidades do território”.

“Somos parceiros das IPSS e, na medida do que nos é possível, queremos apoiar as instituições e ajudá-las a ultrapassar os desafios que vão surgindo”, concluiu.

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