FUNDOS EUROPEUS GARANTEM DESENVOLVIMENTO DE COIMBRA
O Instituto de Oncologia de Coimbra e a construção de um novo edifício para esta unidade são os projetos que beneficiam do maior valor cedido pelos Fundos Europeus.
Maria João Silva
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11 de Maio 2022, 12:20
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A região de Coimbra já teve aprovados cerca de 200 milhões de euros (ME) para a projetos, não estando incluído neste valor, o Sistema de Mobilidade do Mondego, uma vez que este se trata de uma obra de âmbito nacional.  

Segundo a notícia avançada pelo Jornal de Notícias, o novo edifício de Cirurgia e Imagiologia do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra é a obra com a maior dotação de fundos comunitários no concelho, tendo sido aprovados 24 milhões de euros para a empreitada.  

A infraestrutura, que está a ser construída no IPO desde 2021, terá unidades dedicadas a Imagiologia, Medicina Nuclear e Áreas Técnicas, cinco salas de Blocos Operatórios, uma de Cirurgia de Ambulatório e meia centena de quartos de internamento, e deverá estar concluída em junho de 2023.  

Além deste espaço, o Centro de Excelência de Investigação do Envelhecimento, no Pólo III da Universidade de Coimbra, também conta com o apoio comunitário no valor de 10 milhões de euros, seguindo-se a Infraestrutura Central da Rede Nacional de Imagiologia Funcional Cerebral, também na Universidade, com uma dotação de 5,5 ME, a requalificação do Parque Manuel Braga, na margem direita do Rio Mondego, financiada em 3,9 ME; e o Centro de Saúde Fernão de Magalhães, com um financiamento de 3,6 milhões de euros. 

De acordo com Jorge Brandão, vogal executivo do Centro 2020, ainda existem alguns projetos a aguardar aprovação de fundos comunitários, como a requalificação da Escola Secundária José Falcão, mas destaca que estes apoios financeiros têm permitido executar empreitadas importantes para a região, como as duas circulares (Externa e Interna), a requalificação das escolas secundárias ou o parque empresarial Coimbra iParque, e o Instituto Pedro Nunes que, desde o início, tem “beneficiado de financiamento comunitário”, lembrou. 

Para o Portugal 2030, a mesma fonte destaca a necessidade de desenvolver a sustentabilidade climática e eficiência energética. “Para apoiar um Centro de Saúde, uma escola ou uma empresa estas têm de ter rácios de eficiência muito elevados”, concluiu. 

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