Na opinião do deputado do PSD/Açores, Joaquim Machado, não houve “o mínimo vestígio de qualquer favorecimento do Governo Regional ou grupos empresariais” no processo das Agendas Mobilizadoras, saudando a “transparência do Governo Regional na relação com as empresas e associações empresariais envolvidas”.
O deputado social-democrata respondeu às críticas do partido socialista, afirmando que os indicadores “não confirmam a teoria conspirativa do Partido Socialista”, não se constatando “qualquer uso indevido de vantagem ou de usufruto de dinheiro ou outro privilégio”, destacou à saída da audição do presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo na Comissão de Inquérito às Agendas Mobilizadoras citado pela Tribuna das Ilhas.
Já o Governo de António Costa não foi poupado por Joaquim Machado, que criticou o trabalho realizado pelo Executivo na divulgação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). “Os empresários açorianos desconheciam o concurso de ideias, correndo os Açores o risco de perder esta importante verba para alavancar a economia e as empresas regionais”, lamentou.
