O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) reduziu o seu saldo negativo para 12,6 milhões de euros (ME), cerca de metade dos 23,5 ME registados no ano anterior.
Segundo Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração do CHMT, “apesar de negativos, [os resultados] eram expectáveis dadas as circunstâncias das dificuldades e restrições impostas pela crise da covid-19 e são até mais favoráveis do que seria de esperar”, acrescentando que “esta é a maior redução dos últimos cinco anos”, sendo só ultrapassada pelos resultados de 2016, ano em que a infraestrutura registou um saldo negativo de 1,6 ME.
A mesma fonte revela ainda que “só foi possível [este resultado] graças ao grande esforço na recuperação das listas de espera, que continuam ainda elevadas, e que permitiu aumentar a produção e a faturação”, estimando um aumento na ordem dos “6 a 7 milhões de euros e destacando ainda as “medidas de rigor” implementadas ao nível das “despesas de funcionamento, gestão de stocks e aquisições”.
O Centro Hospitalar do Médio Tejo conta com um orçamento de 113 ME para 2022, verba que permite uma “intensa retoma da atividade”, um “forte investimento na melhoria das instalações e dos equipamentos médico-cirúrgicos”, criação de novos protocolos de colaboração com instituições do Ensino Superior, e o investimento na formação dos profissionais de saúde, não esquecendo também a valorização da sustentabilidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
