A iniciativa, que está enquadrada no Plano de Ação Europeu para a Economia Social, é um dos pontos do Compromisso Social do Porto, assinado em maio de 2021, e irá ficar instalada na Guarda e sob gestão do IEFP e a CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social e o Centro de Estudos Ibéricos da Guarda.
O Centro de Formação para a Economia Social é uma das infraestruturas que foram protocoladas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, e exige um investimento de cerca de 60 milhões de euros. Já os centros de Lousada e Odivelas vão ser geridos pelo IEFP, e os restantes vão colaborar com parceiros em áreas de competências específicas e consideradas prioritárias, como a Economia Social (Guarda), Transição Digital e Transição Verde.
Durante a assinatura do acordo, a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, afirmou que o início do desenvolvimento destes espaços era algo histórico. “Nós temos procurado, em conjunto, responder à emergência e à urgência mas também responder e acelerar o investimento estrutural e social. Ganhámos todos uma legitimidade acrescida para investir socialmente nas fragilidades que temos e acelerar o investimento social para responder aos enormes desafios que temos como País. A economia social é a nossa área de intervenção na sociedade em que o capital são as pessoas”, afirmou.
Segundo a mesma fonte, “a economia social emprega mais de 6% das pessoas em Portugal e representa mais de 3% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) da economia portuguesa”, acrescentado que o setor é indispensável para a recuperação económica do país.
