Na visão do Francisco Pereira, a LETRA, a inovação e a experimentação de cerveja permite que a marca consiga produzir cerca de 60 tipos diferentes de cerveja, colmatando assim a estagnação que caracterizava o setor cervejeiro em 2010.
O empresário referiu que a importação de cervejas belgas para Portugal teve um impacto enorme no mercado e na apreciação de novos setores. A chegada de marcas belgas abriram o mercado e as portas à cerveja artesanal que, de acordo com Francisco Pereira “teve que construir o próprio mercado” devido à falta de conhecimento sobre a cerveja a nível nacional.
Assim, em Vila Verde, a LETRA permite que os cidadãos conheçam o processo de produção da cerveja artesanal. Juntamente com o sócio Filipe Macieira, Francisco teve que se readaptar de forma a conseguir responder às exigências financeiras do mercado, algo que se refletiu na abertura de espaços dedicados à cerveja no Norte do país.
Atualmente, a marca destaca-se nos principais festivais cervejeiros e transforma o abecedário em experiências para os consumidores, “aprendendo sempre muito e continuamente”, através de colaborações nacionais.
A nível financeiro, a LETRA contou com o apoio financeiro europeu através do Programa de Desenvolvimento Rural 2020 e do PRODER (199 mil euros), Portugal 2020, que cedeu com 30 mil euros e Portugal 2020 – Vale I&D de 30 mil euros.
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