28 Jun 2022, 16:00 A pacata freguesia de Vilar de Mouros, no concelho de Caminha, nunca mais foi a mesma desde então.
O mítico festival, que é o mais antigo de Portugal, colocou Vilar de Mouros nas bocas do mundo, fazendo história aqui e além-fronteiras.
O EDP Vilar de Mouros regressa este ano, nos dias 25, 26 e 27 de agosto, com um programa que inclui concertos que se adivinham extraordinários.
A história deste festival tem sido marcada por sucessos e alguns revés, mas a resiliência e a marca Vilar de Mouros continua a fazer a diferença no mapa dos festivais.
Ora, o festival é composto por muitos “marcos” e um deles é, sem dúvida, 1982, quando foi relançado, depois da última edição em 1971 e um regresso falhado em 1975, na complexidade do pós-25 de Abril.
Para assinalar este marcante regresso vai ser erguido, no dia 1 de julho, no Palco Histórico, no Largo do Casal, em Vilar de Mouros, um mural comemorativo do 40º aniversário do Festival de Vilar de Mouros 1982, numa intervenção artística de Alberto Rodrigues Marques, no âmbito do Touring Cultural – Aldeias do Minho.
Nas páginas da história da música, fica o gigante Festival de Vilar de Mouros 1982, sobretudo porque foi o relançamento do festival associado a nomes como António Barge e o maestro António Victorino d’Almeida.
Pelo palco passaram nomes como os internacionais Echo & The Bunnymen, Durutti Column, Mikis Theodorakis e portugueses como Carlos do Carmo, Jáfumega, Adriano Correia de Oliveira, GNR ou Roxigénio, com destaque para os U2, estreantes em Portugal, que atuaram na última noite do festival, a 3 de agosto.
No próximo dia 1 de julho, a memorável edição de 82 volta a fazer história que ficará perpetuada no mural comemorativo do 40º aniversário do Festival de Vilar de Mouros 1982.

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