Segundo Jorge Castro, vice-presidente da direção da Associação para a Educação e Valorização da Região de Aveiro (AEVA) , há 30 anos, a AEVA tinha como objetivo desenvolver as competências de estudantes e garantir o seu futuro profissional e financeiro, realçando que, sem o apoio dos Fundos Europeus seria impossível investir nas pessoas e nos jovens da região.
De acordo com a mesma fonte, o apoio financeiro europeu garantiu o crescimento da Associação para a Educação e Valorização da Região de Aveiro, permitindo que a infraestrutura estivesse “não só ao serviço dos jovens, mas ao serviço de toda a região de Aveiro”, explicou Jorge Castro.
Durante este período, a AEVA captou cerca de 30 milhões de euros. A partir de 2008, o projeto disseminou-se por toda a Europa e criou novos projetos como o Citizens Projets, possibilitando assim a capacitação de estudantes e iniciativas fora da região de Aveiro.
No que diz respeito ao impacte dos Fundos Europeus, o vice-presidente revelou que entre 1992 e 1998 houve um investimento de 3 milhões de euros e formou 1.200 cidadãos, 1998-2008, investiu 15 milhões (ME) e garantiu a formação a 3.500 pessoas e, por fim, entre 2008 e 2022 houve, até ao momento, um investimento de 71 ME para formar cerca de 12 mil pessoas, tendo sido também canalizados cerca de 6 milhões de euros para projetos de mobilidade.
Na visão de Jorge Castro é necessário criar “regulamentos e legislação mais comprometedores” de forma a garantir a melhor gestão dos Fundos Europeus, não só na região de Aveiro, mas também no país e Europa.
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