HABITAÇÃO: LISBOA, PORTO E BRAGA SÃO OS MAIS PROCURADOS
De acordo com o estudo do Imovirtual, os cidadãos entre os 35 e os 44 anos de idade são os que mais procuram casa.
Maria João Silva
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18 de Abril 2022, 18:00
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O Imovirtual, plataforma de venda de imóveis, revelou que, no primeiro trimestre de 2022, Lisboa, Porto, Braga, Setúbal, Leiria, Faro, Aveiro, Coimbra, Viseu e Santarém foram as cidades onde se registou mais procura por imóveis.  

Segundo o relatório, todas as regiões revelam um aumento de procura no primeiro trimestre deste ano, face ao último trimestre de 2021. Faro registou um aumento de 37%, Setúbal (24%), Braga (23%), Aveiro e Évora (21%), e Guarda (6%) são as que revelam maior crescimento  ao nível da procura, o que demonstra maior interesse fora das duas grandes áreas metropolitanas. 

De acordo com o Imovirtual, citado pelo jornal O MINHO,  os cidadãos com idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos foram os que mais procuraram casa (25%), seguindo-se os cidadãos entre os 45 aos 54 anos (22%). No mesmo documento, pode ainda ler-se que nos primeiros três meses do ano houve um aumento de 8% de utilizadores à procura de habitação face ao trimestre anterior, e um decréscimo de 23% quando comparado com o mesmo período de 2021, período em que a procura era dominada pelos cidadãos com idades entre os 25 e os 34 anos de idade. O maior decréscimo de procura face a este período acontece nas pessoas entre os 55-64 anos (-33%), seguidas pelos grupos dos 18 aos 34 anos, com uma diminuição de 29% na procura. 

Segundo Ricardo Feferbaum, diretor geral do Imovirtual, “a maior procura face ao final de 2021 revela a boa dinâmica do mercado, apesar do decréscimo geral quando comparado com o primeiro trimestre do ano passado. Tal acontece porque muitas das pessoas que, na altura, procuraram casa terão já adquirido residência. As condições associadas à pandemia que ainda se experienciavam em 2021 podem justificar a maior procura por faixas etárias mais jovens nesse ano, como a necessidade de independência face à família e a possibilidade do teletrabalho”, concluiu. 

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