A medida, proposta pelos Municípios de Braga e Guimarães, faz parte da estratégia de gestão do território que abrange o Bom Jesus do Monte, o santuário do Sameiro, a capela de Santa Maria Madalena, a capela de Santa Marta do Leão e os povoados castrejos de Santa Marta das Cortiças, de Briteiros e de Sabroso.
Com a iniciativa, as autarquias pretendem “promover a valorização, reabilitação, restauro e promoção do património construído; a proteção da área florestal que envolve os santuários e povoados castrejos; a definição de ações para a gestão ativa e valorização da paisagem florestal; e a promoção integrada de toda a área e respetivos recursos, como conjunto de elevado valor patrimonial e turístico”, explica o jornal O MINHO.
Vale a pena relembrar que as duas autarquias já tinham criado, em parceria com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, um Programa Intermunicipal para os Sacro Montes e cujo objetivo, juntamente com a nova medida, é garantir a segurança das pessoas e bens; a proteção de bens patrimoniais incluindo a proteção e valorização da área florestal que envolve os espaços sagrados ou sacralizados através de uma estratégia de defesa contra incêndios; e a valorização, reabilitação, restauro e promoção do património construído e natural; e a definição dos mecanismos de operacionalização do Programa, através da determinação de ações para a gestão ativa e valorização da paisagem florestal”.
