A proposta assinada por Cristina Pimentel, vereadora dos Transportes, Ação Social e Proteção Civil, a medida vai abranger os jovens que tenham domicílio fiscal no Porto ou que comprovadamente estudem e residam na cidade.
Segundo a mesma fonte, a adesão à iniciativa tem vindo a crescer, não só por via do alargamento da idade abrangida em 2020/2021, como também por um aumento da procura destas assinaturas, o que fez com que, até janeiro de 2022, 7.421 jovens possuam a assinatura Porto.13-18”, valor duas vezes superior que foi registado em julho de 2020 (3.594), no primeiro ano do programa.
De acordo como documento, “o crescimento das assinaturas teve também um efeito direto na procura de transporte público por parte destes jovens nas zonas PRT1, PRT2 e PRT3, em que se registaram 419.397 validações no primeiro ano letivo deste programa”, onde também é possível ler que houve “1.135.960 validações no ano letivo de 2020/2021, e até final de janeiro de 2022 já se registaram 888.460 validações neste ano letivo, sendo que a procura na zona PRT1, correspondente ao centro da cidade, equivale sempre a cerca de 64% das validações registadas”.
Segundo a vereadora dos Transportes, Ação Social e Proteção Civil, a assinatura Porto.13-18 representa, caso seja aprovada a sua extensão, um investimento de 4,2 milhões de euros para os anos de 2023, 2024 e 2025. A iniciativa enquadra-se na “política de mobilidade sustentável e comprometida com as gerações mais novas da cidade, promotora da utilização do transporte público e indutora de uma mudança de comportamentos”, conclui.
Fotografia: Rodrigo Tetsuo Argenton
