Tejo Energia SA, EDP Renováveis, Greenvolt, Endesa, Brookfield Ltd & Bondalti SA e Voltalia SA são as empresas que apresentaram candidaturas ao concurso público para a atribuição do ponto de injeção na Rede Elétrica de Serviço Público (RESP) da Central Termoelétrica do Pego, com uma potência instalada de 628 megawatts (MW).
Segundo o Governo, “o processo de seleção da proposta vencedora inclui a análise e avaliação, que culmina com relatório preliminar do júri a publicar na plataforma digital da Direção Geral de Energia e Geologia [DGEG] a 7 de fevereiro, 15 dias úteis após prazo de apresentação das candidaturas; Ponderação, pelo júri, das observações formuladas pelos concorrentes e elaboração de relatório final de análise das propostas até 21 de fevereiro e notificação, a realizar pela DGEG ao adjudicatário, do direito de reserva de capacidade de injeção na RESP até 25 de fevereiro”, pode ler-se no documento.
Além disso, “o procedimento concorrencial tem como objeto a adjudicação de um projeto exclusivamente focado na produção de energia de fontes renováveis e na redução de emissões de gases com efeito de estufa”, acrescentando que “o projeto pode assumir várias formas: produção de eletricidade renovável, produção de gases renováveis, produção de combustíveis avançados e/ou sintéticos (ou um mix destes), sendo ainda valorizada a inclusão de soluções de armazenamento de energia”.
De acordo com o mesmo documento, “o procedimento concorrencial tem como objeto a adjudicação de um projeto exclusivamente focado na produção de energia de fontes renováveis e na redução de emissões de gases com efeito de estufa”. Além disso, a iniciativa pode assumir várias formas, nomeadamente através da produção de eletricidade renovável, produção de gases renováveis, produção de combustíveis avançados e/ou sintéticos (ou um mix destes), sendo ainda valorizada a inclusão de soluções de armazenamento de energia.
A Central Termoelétrica do Pego é o maior centro produtor nacional de energia, com uma potência instalada de 628 megawatts (MW) na central a carvão, agora encerrada, e de 800 MW na central a gás, que prosseguirá em atividade até 2035.
