O presidente do Governo Regional dos Açores afirmou que a cooperação entre a visão estratégica para o setor da pesca “com a sustentabilidade dos ecossistemas e valorização do mar”, respeitando assim o “prestígio nacional, europeu e mundial” dos Açores, conseguido através das políticas públicas para o setor.
Segundo a mesma fonte, é necessário construir uma “visão estratégica participada”, “com sentido de responsabilidade”, e que tenha o conhecimento científico como base da proteção das áreas marinhas. Para atingir tal objetivo, o Governo Regional dos Açores já assegurou que pretende ter 30% de áreas marinhas protegidas no mar da região até 2023, uma meta “mais ambiciosa” do que a definida pela União Europeia.
Além disso, o governante revelou que tem o “objetivo” de realizar um “esforço maior” para fazer com que 15% destas áreas sejam “totalmente protegidas”.
Estas medidas surgem em resposta ao relatório do programa “Blue Azores” que, em 2019, sugeriu o aumento significativo das zonas sob proteção total na Zona Económica Exclusiva (ZEE) dos Açores, uma vez que as áreas marinhas protegidas existentes “não mostram benefícios claros”, pode ler-se no documento.
No Arquipélago dos Açores a pesca é considerada amiga do ambiente, uma vez que respeita as quotas definidas pela União Europeia.
