REGIÃO CENTRO LANÇOU SETE NOVOS CONCURSOS PARA O FUNDO REVIVE NATUREZA
A Região Centro vai transformar sete imóveis públicos em novas infraestruturas turísticas que permitirão o desenvolvimento regional.
Redação
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16 de Dezembro 2021, 13:30
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No âmbito do Revive Natureza, a Turismo Fundos lançou um novo concurso para exploração dos novos imóveis dedicados ao turismo. 

O usufruto turístico das Casas Florestais do Bloco do Talhão 1 e a Casa Florestal de Praia (no concelho da Marinha Grande), a Casa Florestal do Pedrógão (no concelho de Leiria), a Casa de Cantoneiros de Poio Negro e a Casa de Jones (no concelho de Manteigas), os Moinhos da Corredoura (no concelho de Celorico da Beira) e a Casa Florestal de Sapadores (no concelho da Figueira da Foz) está a concurso até 14 de março. 

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, afirma que “com estes novos sete imóveis hoje apresentados a concurso, a Turismo Fundos conseguiu lançar, em cerca de ano e meio, um total de 38 concursos, dos quais 32 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e seis relativos a estações de caminho de ferro”, explicou, acrescentando que estes números mostram “o grande interesse por parte dos privados na recuperação e valorização destes imóveis localizados em espaços únicos que dispõem de um elevado potencial de atração turística”. 

Além disso,  a secretária de Estado do Turismo realçou que “o Revive Natureza permite que estes imóveis, que se encontram devolutos há décadas, sejam objeto de recuperação e adaptação para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”, conseguindo assim “atrair novos visitantes e fixar novos residentes nas localidades onde se inserem”, o que considera “decisivo para o desenvolvimento do turismo e da economia do país”, referiu. 

Rita Marques destacou que,  até 26 de janeiro, “os concursos para a atribuição de direitos de exploração das seis estações ferroviárias cujos direitos de uso foram transferidos para o fundo Revive Natureza, após a celebração do um protocolo com a IP Património”, concluiu. 

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