CONHEÇA AS REGIÕES COM MAIOR PROCURA PARA CASAS DE FÉRIAS
A procura por casas de férias subiu 9% em maio e junho. A preferência pelo arrendamento de apartamentos e o interesse estrangeiro também tem vindo a aumentar.
Maria João Silva
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21 de Julho 2022, 08:44
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Um estudo do Imovirtual revelou que os portugueses procuraram mais casa para férias em maio e junho deste ano (+9,2%), em comparação com os meses homólogos de 2021, sendo que grande parte procura um apartamento (+42,4%).

Ao nível das regiões, São Martinho do Porto é a região mais procurada, ultrapassando Faro com um crescimento de +183% da procura por casa de férias em relação a maio e junho do ano passado. A ocupar o segundo lugar da lista está Faro, com um crescimento da procura de apenas +5,9% no período analisado, seguindo-se Quarteira e Albufeira, com aumentos da procura de +37,5% e +34,2%, respetivamente.

“Tendencialmente pensamos que o Algarve é uma das zonas mais procuradas para férias de verão. Estes dados comprovam essa realidade, com três regiões algarvias no top da procura. No entanto, é possível que estas reservas sejam feitas com mais antecipação do que o período analisado, um fator que, aliado aos preços mais elevados no Algarve, permite observar o sucesso de São Martinho do Porto, que se revela como o local mais procurado segundo os nossos dados. O regresso à normalidade também explica o decréscimo da procura por moradias”, explica Ricardo Feferbaum, diretor geral do Imovirtual, num comunicado ao qual o EuroRegião teve acesso.

O mesmo estudo revela que a procura de casa por estrangeiros, no período de férias e em Portugal, aumentou exponencialmente em maio e junho de 2022 face ao mesmo período do ano passado (+56,9%),, sendo que Lisboa (+104%), Faro (+77%) e Porto (+100%) são as cidades onde se regista um maior aumento da procura. Estados Unidos, França e Suíça continuam a ser os países onde mais turistas procuram casas de férias em Portugal, apesar do decréscimo registado em comparação com o ano passado, processo contrário ao que acontece no Brasil, onde houve um aumento de 56,6%.

 

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