O Banco de Portugal, liderado por Mário Centeno, aplicou um total de 8,2 milhões de euros em coimas no segundo trimestre de 2022, tendo instaurado 68 processos durante o mesmo período, de acordo com o jornal ECO.
Segundo a mesma fonte, as coimas aplicadas totalizaram 8.194.750 euros, dos quais 1.548.500 euros encontram-se suspensos na sua execução, acrescentando que dos 329 processos decididos, “200 respeitam a infrações de natureza comportamental, 43 respeitam a infrações às regras em matéria de recirculação de numerário, 32 respeitam a infrações de natureza prudencial, 28 respeitam a infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo, 17 respeitam a infrações às regras relativas ao funcionamento da Central de Responsabilidades de Crédito e 9 respeitam a infrações relacionadas com atividade financeira ilícita”, informou a entidade em comunicado.
Além disso, é também mencionado no mesmo documento que dos 68 processos instaurados, “32 respeitam a infrações de natureza comportamental, 31 respeitam a infrações de natureza prudencial, 3 respeitam a infrações relacionadas com atividade financeira ilícita, 1 respeita a infrações às regras em matéria de recirculação de numerário e 1 respeita a infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo”, acrescenta o Banco de Portugal.
No primeiro semestre de 2022, o Banco de Portugal aplicou um total de mais de 11 milhões de euros em coimas (2.861.000 euros no primeiro trimestre e 8.194.750 euros no segundo trimestre), conclui o comunicado.
