FUNDÃO JÁ OPINA SOBRE PORTUGAL 2030
Na visão da Câmara Municipal do Fundão, o novo quadro comunitário Portugal 2030 é um “passo gigante” para os territórios.
Maria João Silva
Texto
15 de Julho 2022, 16:05
summary_large_image

Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão, considera que o Portugal 2030 é um “passo de gigante para que nenhum território fique para trás” e defendeu que não há terras condenadas ao fracasso.

“Não existem territórios condenados ao fracasso. Com a assinatura deste acordo de parceria [Portugal 2030] damos um passo de gigante para que nenhum território fique para trás”, afirmou.

Durante a sua intervenção na cerimónia de assinatura do acordo de parceria entre o Governo português e a Comissão Europeia, que decorreu no Fundão, o autarca exaltou a a “honra” por ser o Fundão a acolher o evento e vê esta escolha como uma “homenagem a todos os autarcas, principalmente àqueles que pugnam diariamente pelo desenvolvimento dos territórios do Interior”, referiu.

“É uma escolha que também simboliza de forma relevante a solidariedade e a coesão entre as regiões e os estados da União Europeia. Temos como certeza que a ação ao nível local e regional, assim como o papel de intervenção da comunidade, terão um valor acrescido na construção da coesão e de uma União Europeia com regiões mais inteligentes, mais verdes e mais preparadas para as alterações climáticas, mais conectadas, mais sociais e mais colaborativas e mais próximas dos cidadãos”, afirmou.

No seu discurso, Paulo Fernandes mencionou ainda  que a autarquia tem trabalhado no desenvolvimento da região, nomeadamente, através da captação de empresas tecnológicas, não esquecendo também a importância do acolhimento de pessoas e os setores tradicionais da localidade.

Tal como EuroRegião já noticiou, o quadro comunitário Portugal 2030 tem um valor global de 23 mil milhões, onde se incluem as verbas do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (11,5 mil milhões de euros), do Fundo Social Europeu (7,8 mil milhões de euros), do Fundo de Coesão (3,1 mil milhões de euros), do Fundo para uma Transição Justa (224 milhões de euros) e do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (393 milhões de euros).

  Comentários