A Fundação Cupertino de Miranda lançou, em 2011, o Festival Internacional de Polifonia Portuguesa (FIPP).
Devido à pandemia Covid-19, o Festival sofreu um interregno entre 2020 e 2021. Assim, em 2022, assinala a décima edição do festival, com objetivos de promoção da música polifónica dos séculos XVI e XVII, e de divulgação da história e arquitetura dos espaços por onde este passa, com ligações intrínsecas ao período do Barroco.
Este ano as cidades de Aveiro (Igreja das Carmelitas), Braga (Basílica do Bom Jesus do Monte), Coimbra (Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra), Alcobaça (Mosteiro de Santa Maria de Coz), Mirandela (Igreja da Misericórdia de Mirandela), Vila Nova de Famalicão (Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Landim), Amarante (Igreja de São Gonçalo) e Porto (Igreja de São Lourenço (Grilos)) acolhem o Festival.
A programação completa inclui concertos, visitas guiadas e seminários que são um motivo de promoção da cultura nacional.
Em cada edição do FIPP é publicado um livro bilingue, em português e inglês, sendo já uma referência para estudiosos da música polifónica portuguesa e da arquitetura barroca.
