SÃO BRÁS INVESTE MILHÕES NA HABITAÇÃO
Até 2026, a Câmara Municipal de São Brás de Alportel vai investir mais de 11 milhões de euros na Habitação do concelho.
Maria João Silva
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21 de Junho 2022, 14:00
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Marina Gonçalves, secretária de Estado da Habitação, celebrou no passado dia 15 de junho o Acordo de Colaboração entre o município de São Brás de Alportel e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU). A parceria vai, segundo a informação avançada pelo jornal Barlavento, permitir apoiar a concretização da Estratégia Local de Habitação de São Brás de Alportel que integra um conjunto de apostas: a construção de habitações, a aquisição de terrenos para a construção de habitações e uma aposta muito forte na reabilitação de habitações. 

Assim, a colaboração entre as entidades vai permitir que a autarquia e a Junta de Freguesia de São Brás de Alportel melhorem e criem novas habitações até ao final de 2026. A iniciativa, que conta com uma verba de 11 milhões de euros, prevê intervir em 110 habitações, cedendo assim melhores condições de vida a cerca de 140 famílias são-brasenses com baixos rendimentos.

Segundo Vitor Guerreiro, presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, este é “um primeiro passo para a concretização de um grande objetivo” do município, e que acredita que irá fazer “toda a diferença na vida de todas as famílias que vão beneficiar desta medida”, esclareceu.

“Esta é uma grande oportunidade. Definimos a nossa Estratégia Local de Habitação com várias frentes de atuação: a construção de habitação nova, a aquisição de habitações devolutas no Centro Histórico e nas aldeias do concelho para recuperar e também a ampliação de algumas habitações do concelho», explicou, apontando que «o investimento previsto com este acordo e o investimento previsto pela Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel implica um investimento superior a 11 milhões de euros e a criação de 128 agregados familiares”.

Já Marina Gonçalves destacou a “a importância deste trabalho conjunto entre Estado e municípios na criação de respostas na área da habitação, que é um direito fundamental” e relembrou ser necessário “aproveitar o Programa de Recuperação e Resiliência e o financiamento a 100 por cento que o programa disponibiliza para que o município possa ter mais recursos para investir em áreas vitais para o concelho”, concluiu.

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