Depois de uma “maratona de reuniões e trabalhos” para encontrar soluções para a situação nas urgências hospitalares de Ginecologia e Obstetrícia, nos últimos dias, Marta Temido assegurou que tem sido “alocados meios” e tomadas medidas de curto e médio prazo. São dois planos distintos, segundo a ministra da Saúde: um de contingência, outro para responder a “questões estruturais”, avançou a RTP.
A primeira resposta será a criação de uma comissão de acompanhamento de resposta em urgência de ginecologia, obstetrícia e bloco de partos – que integra cinco coordenadores regionais e um coordenador regional.
A ministra da Saúde também anunciou hoje a abertura de cerca de 1.600 vagas para colocação de médicos recém-especialistas, das quais 50 na especialidade de ginecologia/obstetrícia.
O anúncio foi feito hoje em conferência de imprensa no Ministério da Saúde, em Lisboa, que serviu para apresentar as medidas do Governo na sequência do encerramento de urgências de ginecologia e obstetrícia de hospitais de vários pontos do país nos últimos dias, por dificuldades em assegurar escalas de médicos.
