No próximo dia 18 de junho Braga promete transformar-se na cidade “mais alta do país”, ao acolher o XXXI Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos, um evento inserido nas festividades do São João de Braga, a maior festa popular e tradicional do país.
A garantia foi dada por José Freitas, presidente da Associação Ida e Volta, entidade organizadora do evento, e pelo padrinho da iniciativa, Constantino Teixeira, que consideraram que Braga será, neste dia «a cidade maior do país, em concentração de pessoas e em altura». José Freitas avançou que, esta edição trará a Braga 29 grupos de gigantones e cabeçudos, entre os quais dois da vizinha Galiza.
O presidente da Associação de Festas de S. João de Braga, Firmino Marques, considerou, ontem, que os gigantones e cabeçudos são «uma marca distintiva do S. João de Braga, e consequentemente colaboraram para a aquisição do estatuto europeu de Braga como o destino mais desejado de 2021».
Em declarações ao Diário do Minho, Firmino Marques deixou uma homenagem «a todas as pessoas que dão corpo à organização do S. João de Braga, em particular o movimento associativo bracarense.
«Seria impossível termos um S. João tão rico sem o movimento associativo bracarense», afirmou, homenageando a Ida e Volta e todos os movimentos associativos, incluindo as que assumem a formação e ensino do cavaquinho e o movimento associado ao folclore, que transformam o S. João de Braga na festa popular mais vivida e mais antiga do país.
O padrinho do evento deste ano, e grande mentor do Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos, Constantino Teixeira, lançou, ontem, o repto para que seja construído em Braga um monumento aos gigantones e cabeçudos.
«Acho que pela projeção que a iniciativa assumiu a nível a internacional, Braga merecia já ter um monumento dedicado a estas figuras. Fica o desafio para os organizadores pensarem e passarem a palavra o Município de Braga», afirmou, realçando que os gigantones já merecem esta visibilidade.
