Esta semana, estivemos à conversa com Joana Santos, uma jovem de 29 anos que, em 2015, após terminar a licenciatura e ter iniciado carreira em Portugal, decidiu emigrar para o Reino Unido, onde exerceu funções, enquanto Técnica de Medicina Nuclear, nos serviços de saúde público e privado.
Na visão de Joana, a principal diferença entre os Serviços Nacionais de Saúde dos dois países passa por, além da diversidade de culturas, pela velocidade de tratamento de utentes e diagnóstico de doenças.
“Aqui os utentes têm que ir ao Médico de Família, esperar dois ou três meses pela consulta, depois volta-se a esperar mais tempo pela consulta de especialidade, e esses meses são decisivos, pelo menos na área oncológica. Em Inglaterra, se houver suspeita de um cancro, há um prazo máximo de seis semanas para realizar a primeira consulta e começar o tratamento.
Recentemente, Joana Santos regressou a Portugal para se formar em nutrição, área que lhe dá “mais liberdade”, mas confessa que durante o verão regressa ao Reino Unido para continuar a desenvolver a sua carreira na área da Medicina Nuclear.
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