Ricardo Gonçalves tem 24 anos e integra a equipa da StartUp Madeira. Nos tempos livres, gere a Associação de Jovens Madeirenses Conectados, para ajudar a capacitar a nova geração na ilha da Madeira.
Mas, apesar de elogiar o espírito “inconformista” característico desta faixa etária, lamenta que os jovens continuem a ser deixados “no banco” pelo poder político.
“Fizemos um longo percurso, nos últimos anos, mas continuamos no banco como suplentes”, e “é preciso dar ferramentas e oportunidades aos jovens para estarem nos centros de decisão”, defende.
Na opinião do Ricardo, só colocando “o jovem no centro da democracia” é que conseguiremos que as preocupações dos mais novos entrem na agenda da governação, e que poderemos beneficiar das suas qualidades.
“Acredito que somos uma geração inconformista, que quer novos desafios, novas oportunidades e conhecer novas coisas”, porque “nunca estamos satisfeitos, queremos sempre mais” e “não temos medo de tentar!”, diz.
