Elisa Ferraz, atual Presidente da Assembleia Geral e fundadora do Centro de Ciência Viva de Vila do Conde, criado em 2002, foi “expulsa” e “desrespeitada” no processo da eleição de novos elementos. Apesar da ex-autarca afirmar que estar a ser vítima de um ato de perseguição política “inqualificável”, a Câmara de Vila do Conde tem uma visão diferente.
Em declarações ao EuroRegião, Vitor Costa, atual edil de Vila do Conde, afirma que “a presidente da Assembleia Geral cessante [Elisa Ferraz] não cumpriu com os seus deveres, não convocando a reunião obrigatória da Assembleia-Geral eleitoral que deveria ter ocorrido em novembro”, processo que colocou “em risco até o pagamento dos salários dos funcionários”, explicou.
Segundo a mesma fonte, perante a situação, os associados viram-se obrigados a convocar a reunião eleitoral que, de acordo com a autarquia, já deveria ter sido convocada em novembro.
Nas mesmas declarações, a Câmara Municipal de Vila do Conde revelou ainda que a constituição dos órgãos sociais que foi a votos na Assembleia Geral foi proposta pelo Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e pela Universidade do Porto, tendo sido aprovada por unanimidade.
