Fernando Ruas, Presidente da Câmara, revelou, em declarações aos jornalistas, que a autarquia assinou um protocolo com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para desenvolver um estudo sobre a empreitada que, de acordo com o município, pode custar até 120 mil euros.
“É o primeiro passo. Este passo era fundamental”, frisou o autarca social-democrata, acrescentando que, “seja qual for a escolha que se tenha para o abastecimento de água em alta a Viseu, a barragem é sempre necessária”.
A mesma fonte explicou que apesar de ter sempre presente a preocupação de “escolher o sistema mais barato para os viseenses”, não é sua intenção que depois este venha a ser atirado “para as calendas gregas”, garantindo que “se tiver que se ter um sistema que não seja tão barato, mas que nos garanta que não temos outro 2017 [quando se verificou seca na região que provocou problemas no abastecimento], eu não hesito minimamente”.
Além da nova barragem, a região terá ainda acesso a um sistema que garanta o fornecimento de água em alta, infraestrutura que está a ser pensada juntamente com os municípios vizinhos.
