A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) angariou 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos que escolham a região para viver. Segundo a entidade, as ofertas laborais foram angariadas em apenas uma semana, desde o lançamento do portal de apoio à Ucrânia (https://ae-minho.pt/help-ukraine.php), e centram-se em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil.
“Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”, explicou a AEMinho, acrescentando que vai “continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam” da invasão da Ucrânia pela Rússia.
A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.
No Minho, a Câmara Municipal de Braga tem vindo a lançar diversas iniciativas de apoio aos refugiados ucranianos e à Ucrânia. Na semana passada, a autarquia bracarense enviou um autocarro para trazer refugiados que, ontem (07/03), regressou a Braga com 44 refugiados ucranianos que, de forma provisória, vão ficar hospedados no Hotel João Paulo II, no Santuário do Sameiro.
