Num comunicado enviado à Lusa, a Indico Capital Partners explicou que o novo fundo será “vocacionado para startups e para PME [pequenas e médias empresas] exportadoras”, referiu a entidade.
“Com 50 milhões de euros, dos quais já foram angariados 36 milhões em apenas quatro meses de subscrição, será o primeiro fundo ativo em Portugal integralmente consagrado à economia do mar”, refere a empresa no documento.
Segundo a mesma fonte, o fundo, “focado em empresas da economia azul em estágios embrionários e em crescimento”, tem como objetivo “primário, mas não exclusivo”, o investimento em empresas alinhadas com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas para a vida subaquática.
Além disso, o Indico Blue Fund “estará não só orientado para a inovação, exportações e para o desenvolvimento tecnológico, mas também para a sustentabilidade procurando medir o impacto das empresas nos oceanos e desenvolver soluções que mitiguem os efeitos das alterações climáticas”, estando também focado na inovação, exportações, desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade.
A Indico conta ainda com a colaboração do “ecossistema azul português” e do Fórum Oceano, com instituições universitárias como a Universidade do Porto, Universidade de Aveiro, Instituto Superior Técnico (Lisboa) e Politécnico de Leiria. A Escola do Mar, o Nonagon – Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel, o Terinov, o Praia Links, o Observatório Oceânico e a Startup Madeira, e ainda a Smart Ocean, de Peniche (distrito de Leiria) fazem parte das entidades envolvidas no projeto.
