O Governo português canalizou 40% dos fundos europeus para o interior do país. Segundo o jornal Expresso, dois em cada cinco euros provenientes de fundos comunitários tiveram o interior como destino.
A temática não foi abordada nos debates entre os candidatos às Legislativas de 2022, mas Inês Sousa Real, do Partido Pessoas, Animais e Natureza (PAN) defende que os Fundos Comunitários devem ser usados para “adaptar o nosso país à necessidade do combate às alterações climáticas”, referiu a candidata durante a visita à Quinta do Ferro, situada em Lisboa, entre a Graça e Alfama.
Até 9 de fevereiro vai poder analisar os resultados do Fundo de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo de Coesão (FC), e deixar o seu comentário sobre a forma como estes foram canalizados para os Programas Operacionais financiados em todos os Estados-membros.
Além de examinar a eficácia, eficiência e Impacto dos investimentos, a Consulta Pública sobre “Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e Fundo de Coesão 2014-2020 — avaliação ex post” quer verificar a forma como estas verbas cooperaram com outras políticas, a sua pertinência e o valor acrescentado para a União Europeia (UE).
O processo vai permitir identificar os fatores e variáveis que contribuíram para o sucesso ou fracasso dos Fundos comunitários em diversas condições socioeconómicas, não esquecendo o papel que estes desempenharam no crescimento económico, sustentabilidade e emprego.
