O FUTURO DOS VOOS COMERCIAIS PODE SER DIRIGÍVEIS ELÉTRICOS
Um projeto piloto para dirigíveis híbridos já reduziu as emissões dos voos em 90%, comparativamente com os aviões. Mas o objetivo é chegar às 0 emissões até 2030.
Redação
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27 de Dezembro 2021, 13:00
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A Hybrid Air Vehicles quer promover viagens comerciais em dirigíveis ecológicos para reduzir as emissões de CO2 provocadas pelos aviões. Segundo a empresa, o seu projeto piloto Airlander 10, um veículo híbrido com capacidade para 100 passageiros, já permite reduzir as emissões em 90 por cento.

O objetivo é que os motores das aeronaves sejam completamente elétricos até 2030, reduzindo na totalidade as emissões de CO2 para a atmosfera. Além de pretender representar uma alternativa sustentável às viagens de avião, o Airlander 10 também quer ganhar no conforto. Contrariamente às companhias low-cost que realizam a maioria das viagens dentro da Europa, a promessa é que o dirigível ofereça uma experiência de luxo tanto na comodidade como na oferta de entretenimento a bordo.

Entre as rotas planeadas estão a ligação entre o centro de Liverpool e de Belfast (que demorará cerca de cinco horas), Seattle a Vancouver (quatro horas), de Barcelona a Palma (em quatro horas e meia) e Oslo a Estocolmo (seis horas e meia). Apesar do período a voar ser bastante mais longo, a Hybrid Air Vehicle lembra que se considerarmos o tempo de deslocação de e para os aeroportos, geralmente longe do centro das cidades, a duração total da viagem acaba por ser semelhante.

O protótipo Airlander 10 voou a primeira vez em 2012 e, depois de um longo período de testes, a produção de dirigíveis deverá começar em 2025.

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