Rui Espínola, deputado do PSD, realçou a necessidade de combater o bullying e o cyberbullying, uma “problemática transversal e premente”, que tem um “efeito devastador nas vítimas”.
De acordo com a Lusa, a proposta propõe a realização de um “levantamento estatístico” e o desenvolvimento de “estratégias de sensibilização”, sendo também necessário que o Governo Regional remeta “à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores um relatório anual detalhado sobre as ações de prevenção e combate” aos fenómenos de violência.
Sofia Ribeiro, secretária regional da Educação, defende que a iniciativa vai permitir adquirir “mais transparência e mais conhecimento” sobre o bullying, o cyberbullying, e o combater os mesmos, reforçando que este não é um plano de ação organizado pelos estabelecimentos de ensino, “mas pelo contrário um plano ação com a construção de recursos, estratégias e metodologias que estejam ao serviço daquilo que as escolas necessitam”, explicou.
Paulo Estêvão, do Partido Popular Monárquico (PPM), considera que o projeto vai criar “mecanismos de rigor que permitirão quantificar o trabalho” do governo açoriano no combate à violência. Já José Pacheco, do Chega, destacou a “cobardia” associada ao bullying e cyberbullying, visão corroborada pela líder parlamentar do CDS-PP que relembrou o papel dos pais no processo, nomeadamente ao “acompanhar as redes sociais que os jovens estão a usar”, defendeu.
Rodolfo Franca (PS), Alexandra Nunes (BE) e Pedro Neves (PAN) destacaram a relevância do projeto para a obtenção de “dados estatísticos” sobre a temática.
