A passagem tem como objetivo permitir “a interligação entre o novo edifício do Terminal Intermodal de Campanhã, os serviços de comboios regionais, intercidades, internacionais e suburbanos IP/CP, os serviços de Metro ligeiro, complementados pelos serviços de transporte urbano STCP, os serviços de táxis, os serviços de kiss & ride e os serviços ou espaços de estacionamento de automóveis e bicicletas”, revelou a Go Porto.
Além disso, o novo espaço será constituído por um átrio, acessos às linhas e ao Metro, circulação principal, corredores de acesso às plataformas de comboio e zonas técnicas, apresentando um conteúdo programático “simples e funcional do espaço público”.
A intervenção, a cargo da Construções Pardais – Irmãos Monteiros, Lda., exige um investimento de quase 940 mil euros e vai prolongar-se por oito meses.
Devido ao impacte da obra, uma das intervenções estruturantes da cidade, o Terminal Intermodal de Campanhã (TIC) vai ter estacionamento a custo reduzido, cerca de 30 euros mensais por pessoa, o que permite retirar mais de 5,2 toneladas de dióxido de carbono do centro da cidade do Porto.
Segundo Manuel Paulo Teixeira, diretor municipal de Mobilidade e Transportes, a nova plataforma pode vir a registar “cerca de 357 mil toques”, o que significa que, “num pico de atividade, pode receber cerca de 1.000 autocarros por dia”, explicou.
De acordo com a autarquia, o investimento no TIC pode trazer uma receita de 1,4 milhões de euros, sem contabilizar as receitas provenientes de comércio e publicidade.
