PRR VAI FINANCIAR DIVERSAS INTERVENÇÕES EM EDIFÍCIOS CULTURAIS
O Plano de Recuperação e Resiliência, com uma verba de 243 milhões de euros direcionada para a cultura, quer valorizar o património cultural e promover o emprego no setor.
Redação
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22 de Novembro 2021, 16:37
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Graça Fonseca, Ministra da Cultura, e Ângela Ferreira, Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, participaram nas cerimónias de assinatura de contratos de cooperação para as intervenções previstas em diversos edifícios culturais: no Museu de Lamego, Museu dos Biscainhos, Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, e ainda no Mosteiro de São Martinho de Tibães.

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) dispõe de uma verba de 243 milhões para o setor da cultura. Deste valor, 150 milhões são canalizados para a valorização, salvaguarda e dinamização do Património Cultural e 93 milhões de euros serão afetos à Transição Digital das Redes Culturais para a modernização tecnológica e digitalização de artes, literatura e património.

Os contratos assinados pela Ministra da Cultura e pela Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural englobam a empreitada no Museu de Lamego, que exige um investimento total de cerca de 1,2 milhões de euros e apoia a renovação das condições infraestruturais do museu, como a reabilitação de coberturas e fachadas, instalação de sistema de climatização, revisão de equipamentos elétricos, telecomunicações e segurança, arranjos exteriores e melhoria efetiva das condições de acessibilidade de todo o equipamento, além da instalação da rede Wi-fi.

Em Braga, o Museu dos Biscainhos, com uma verba de 1,3 milhões de euros, vai reabilitar as suas fachadas e melhorar as condições de acessibilidade e Wi-fi. Já o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa contempla obras diversas de conservação interior, assim como a revisão de condições ambientais da área expositiva e da infraestrutura elétrica. As duas empreitadas devem ficar concluídas até ao final de 2024.

O Museu de São Martinho de Tibães, por sua vez, terá uma intervenção no valor de 3,2 milhões de euros para recuperar a igreja, a cerca monástica e o jardim histórico, com obras de conservação e restauro, beneficiação de fachadas, coberturas e sistemas de drenagem pluvial, e ainda instalação de rede sem fios.

 

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