José Manuel Bolieiro, líder do executivo açoriano, quando questionado sobre o prazo para apresentação das metas ambientais a fixar pela região, referiu que os membros do governo regional “estão empenhadíssimos” no desenvolvimento dos objetivos ambientais.
“Somos um ativo muito positivo e um bom exemplo para o mundo de uma economia descarbonizada e até mesmo com a capacidade de captura de carbono que poucos têm no mundo”, acrescentando que “não podemos ficar satisfeitos apesar de ser elemento de satisfação o nosso legado [ambiental]”, revelou.
Já Joana Borges Coutinho, a engenheira agrónoma e oradora do Fórum Autonómico, afirmou que os Açores já deviam ter fixado as metas referentes à redução da emissão de gases com efeitos de estufa, realçando ser “preciso agir agora”. “Há um ditado que diz que a melhor altura para plantar uma árvore de frutos é há 20 anos atrás. A segunda melhor altura é agora”, salientou.
Segundo a engenheira “temos de acelerar e temos de agir. Está na altura de parar de falar e de começar a agir. É isso que se exige, não só a esse executivo [açoriano], mas a todos os executivos no mundo”, apontou, reforçando que não existe “razão nenhuma” para os Açores “não serem líderes” no combate às alterações climáticas.
