As dificuldades de mobilidade serão causadas pelos trabalhos de construção da nova linha do Metro do Porto, a Linha Rosa, que ligará S. Bento/Praça da Liberdade à Casa da Música, servindo o Hospital de Santo António, o Pavilhão Rosa Mota, o Centro Materno-Infantil, a Praça da Galiza e as faculdades do polo do Campo Alegre.
Desde maio que se notam alguns condicionamentos na circulação automóvel na cidade do Porto devido ao início da empreitada, que só deve terminar no final de 2023. É o caso do Largo São Domingos, que permanecerá encerrado ao trânsito durante o período de um ano. Na Praça da Liberdade a circulação automóvel no primeiro troço da via poente também está interrompida, e assim continuará, mantendo-se apenas a circulação pedonal entre esta artéria e a Rua dos Clérigos, que estará cortada ao trânsito durante 13 meses.
Igualmente, o troço da Rua do Almada passa a não ter saída rodoviária para o Largo dos Lóios e para a Praça da Liberdade, mas mantendo dois sentidos de circulação desde a zona do Banco de Portugal.
O início da Avenida de França permanecerá intransitável até ao final deste ano, fazendo-se, entretanto, o percurso através do terreno da futura Estação Casa da Música II. Já a Travessa do Carregal, junto ao Hospital Santo António, está cortada desde 19 de outubro, por o período de um mês.
Os trabalhos também obrigaram à relocalização temporária de paragens de 13 linhas da STCP.
Enquanto as obras na Linha Rosa complicam a circulação na baixa da cidade invicta, a extensão da Linha Amarela, que vai do Hospital de São João até Santo Ovídio, cruzando o rio Douro através da ponde Luís I, também está a dificultar o trânsito. O final da empreitada da Linha Amarela está previsto para dezembro de 2023.
A partir de amanhã (09/11) e durante 18 meses, a circulação no túnel de Santo Ovídio estará interrompida. Também a circulação no cruzamento da Rua do Clube dos Caçadores com a Rua do Rosário, estará proibida até ao segundo trimestre de 2023.
