Apesar das cantorias alegres que “Glee” proporcionou ao longo das suas seis temporadas, a realidade por de trás das câmaras era muito mais obscura. A verdade virá ao de cima no dia 16 de janeiro, data de estreia do documentário “The Price of Glee”, que promete explorar as mortes polémicas dos atores Cory Monteith, Naya Rivera e Mark Sailing.
A obra de Ryan Murphy – mesmo criador de sucessos como “American Horror Story” e “Dahmer” da Netflix – é lembrada carinhosamente pelos seus momentos musicais icónicos, mas as suas controvérsias tornaram-se maiores do que o seu legado permite. No meio de tantas teorias da conspiração que envolvem “Glee” e que dão origem a milhares de memes na Internet – como, por exemplo, se Lea Michele consegue ler ou não – a maior questão que se coloca é: estará a série amaldiçoada?
Em 2013, Cory Monteith, que dá a vida a Finn Hudson, morreu de uma overdose de drogas. Quatro anos depois, Mark Sailing, Puck na série, foi acusado de possuir pornografia infantil no seu computador. Antes do seu julgamento, enforcou-se perto de um lago, em Los Angeles. Mais recentemente, em 2020, Naya Rivera, adorada por fãs devido ao seu papel como Santana Lopez, morreu afogada num lago da Califórnia ao tentar salvar o filho, que sobreviveu.
As suas histórias serão agora contadas neste novo documentário, que trará depoimentos de família próxima, equipa de staff e comentadores especialistas. Apesar das altas expetativas, nenhum dos restantes atores mais conhecidos da série irá participar.
Aliás, Kevin McHale, que deu a vida ao personagem Artie Abrams, chegou a mostrar o seu desagrado através do Twitter. “Isto é lixo (…) Não me façam falar sobre isto novamente”, escreveu.
“Glee” estreou em 2009 e tornou-se um enorme sucesso perante a audiência mais jovem. Em Portugal, a série foi transmitida pelo canal FoxLife.
