João Cotrim Figueiredo anunciou ontem que não se vai voltar a candidatar à liderança da Iniciativa Liberal (IL) por entender que “o partido precisa de uma tónica mais combativa, mais popular e mais abrangente a nível nacional”.
— João Cotrim Figueiredo (@jcf_liberal) October 23, 2022
Nesta manhã de segunda-feira, o primeiro-ministro, António Costa, comentou a saída do atual presidente da IL, afirmando que o partido “decidiu passar a competir com o Chega no estilo de truculência e má educação democrática de como intervém no debate público”.
“A Direita democrática em Portugal tem um verdadeiro fascínio pelo Chega”. Os partidos de Direita “têm a mesma voragem de normalizar o Chega, de conviverem com o Chega e de imitarem o Chega”, acrescenta António Costa.
No entanto, António Costa acredita que Cotrim Figueiredo não se identifica com um partido que pratica, como diz o primeiro-ministro, “um estilo de luta livre no meio do lamaçal”. “Conheço-o bem, admito que não se sinta bem”, refere António Costa.
A saída de Cotrim Figueiredo da liderança da IL foi motivo para o primeiro-ministro criticar o que seria um Governo liderado por um partido de direita, recorrendo ao exemplo de Liz Truss, ex-primeira-ministra do Reino Unido.
O que aconteceu no Reino Unido é o que António Costa considera ser uma “demonstração prática do que seria a Iniciativa Liberal a governar. Como em 44 dias se destruiu dois dos grandes mitos que animam essas iniciativas liberais: o mito do choque fiscal […] e da construção de um sistema de Segurança Social assente na confiança das poupanças das pessoas em fundos privados”.
João Cotrim Figueiredo anunciou ontem que não se vai voltar a candidatar à liderança da Iniciativa Liberal (IL) por entender que “o partido precisa de uma tónica mais combativa, mais popular e mais abrangente a nível nacional”.
Nesta manhã de segunda-feira, o primeiro-ministro, António Costa, comentou a saída do atual presidente da IL, afirmando que o partido “decidiu passar a competir com o Chega no estilo de truculência e má educação democrática de como intervém no debate público”.
“A Direita democrática em Portugal tem um verdadeiro fascínio pelo Chega”. Os partidos de Direita “têm a mesma voragem de normalizar o Chega, de conviverem com o Chega e de imitarem o Chega”, acrescenta António Costa.
No entanto, António Costa acredita que Cotrim Figueiredo não se identifica com um partido que pratica, como diz o primeiro-ministro, “um estilo de luta livre no meio do lamaçal”. “Conheço-o bem, admito que não se sinta bem”, refere António Costa.
A saída de Cotrim Figueiredo da liderança da IL foi motivo para o primeiro-ministro criticar o que seria um Governo liderado por um partido de direita, recorrendo ao exemplo de Liz Truss, ex-primeira-ministra do Reino Unido.
O que aconteceu no Reino Unido é o que António Costa considera ser uma “demonstração prática do que seria a Iniciativa Liberal a governar. Como em 44 dias se destruiu dois dos grandes mitos que animam essas iniciativas liberais: o mito do choque fiscal […] e da construção de um sistema de Segurança Social assente na confiança das poupanças das pessoas em fundos privados”.
As próximas eleições para eleger o novo líder da Iniciativa Liberal vão realizar-se durante a VII Convenção Nacional marcada para dezembro.
